4.3.06

Projeto Origami

A Microsoft criou um site chamando Projeto Origami. O site foi construído em tecnologia Flash. O curioso é que nada é revelado sobre o misterioso "Projeto Origami" mas pistas são deixadas. Logo de entrada é exibido um círculo flutuante com a frase "touch me", o que sugere que o projeto tem algo haver com tela sensível a toque. Ao clicar no círculo surge a frase "faz idéia de onde me encontrar?". Imagens de postos diferentes da Terra são então exibidas. Isto sugere tecnologia móvel. Talvez um notebook com tela sensível a toque? Quando abri o código fonte da página, logo no topo está comentado "Origami Project: the Mobile PC running Windows XP". Acho que isto explica o mistério. Seja como for o site promete para dia 9 de março a "revelação" do mistério. Vou estar lá para conferir.

1.3.06

Mesa PC da Powerdesk

Gostei desta criação da Powerdesk, empresa britânica especializada em móveis para computadores. Ela substitui o gabinete do PC pela própria mesa de trabalho. A mesa/PC vem com 3 gavetas comuns, esconde toda a fiação dos equipamentos e traz portas USB e leitor de CD/DVD com possibilidade de upgrade de seus componentes. Mas a mesa/PC tem apenas nas opções Dell e HP.

Em Hannover, Alemanha, acontece agora em março uma das mais badaladas feiras de tecnologia, a CeBIT, e a Powerdesk vai estar lá exibindo esta interessante invenção.

19.1.06

Clube do Livro

Interessante esta matéria sobre o Clube do Livro. Nos anos 70/80 eu era um fiel leitor de seu concorrente direto: o Círculo do Livro do Grupo Abril que vitimou o fraco, ainda que pioneiro, Clube do Livro. Infelizmente o próprio Círculo veio a falescer em 1998. O artigo explica porque os produtos do Clube do Livro eram tão ruins, mas nada conta do Círculo do Livro além de brevíssimas referências. Vale a pena ler. >>

16.1.06

Homens e Mulheres navegam diferente

Este artigo trata de como o sexo do internauta determina navegação pela web. Homens tendem a ficar mais tempo on-line e as mulheres usam os e-mails mais intensamente.

13.12.05

Piada musical

Hoje a noite, em seu programa, Bem Brasil, Rolando Boldrim contou a seguinte piada musical:

"Um homem entrou em uma avicultura e encontrou dois lindos canários logo na entrada. Um deles cantava alegre e belamente enquando o outro apenas o mirava, sem dar um pio. O homem perguntou ao vendedor quando custava o o canário cantor. 'Mil pratas', respondeu de pronto o atencioso balconista. Então, por curiosidade, o homem perguntou o preço do canário emudecido. 'Dez mil', sapecou o vendedor. O homem, intrigado, pegunta: 'Mas como? Por que este canário calado vale dez vezes mais que aquele cantor? O vendedor, como quem confidencia, aproxima-se do homem e apontando o canário quieto explica: 'É que este aqui é o compositor'."

9.12.05

Moblog:Domingo no parquinho


Moblog:Domingo no parquinho
Originally uploaded by Parisotto.
Mais uma brincadeira legal!

Tirei esta foto com meu celular e enviei por e-mail para o flickr.com onde foi publicado automaticamente.

A partir do próprio flickr mesmo!, criei este post e o flickr se encarregou de publicá-lo aqui no Blogger.

Incrível!

Estou ficando fissurado nisto tudo.

7.12.05

Celular 3 - Sofia aos 9 meses

Sofia Arial Parisotto aos 9 meses em 3 de dezembro de 2005.

Só ela quer ser bochechuda.

[clique na foto para ampliar]

Posted by Picasa Câmera: Celular SonyEricsson T610 0,31MP

5.12.05

Celular 2 - No parquinho

Ontem fez sol de rachar mamona aqui em Itanhaém.

Fui intimado a levar as crianças para brincar no parquinho do clube.

Fiquei quebrado.

Posted by Picasa Câmera: Celular SonyEricsson T610 0,31MP

3.12.05

Vila Sésamo

Quando se tem 9 anos de idade não temos por obrigação possuir opnião formada sobre todas as coisas. Cursava o terceiro ano primário no Grupo Escolar José Marcelino da Fonseca, uma escola estadual do primeiro e segundo graus localizado em área militar, bem em frente à academia de tenentes do COE, Comando Operacional Especial e nem sequer sabia que vivia sob um truculento regime militar. Em 1972, o AI5, para mim, era um completo desconhecido.

Chico Buarque lançava mais uma polêmica composição: "Partido Alto", considerado pela virulenta censura golpista como "uma ofensa ao povo brasileiro". Disso, também, eu nada sabia.

Numa manhã de 72, liguei a TV e esperei que as válvulas esquentassem antes das imagens emergirem do fundo negro da tela. Em preto e branco, claro. Ajustei o estabilizador localizado em baixo do aparelho. Girei o seletor à procura de algo interessante e parei no canal 2, TV Cultura.

O que vi, ficou impregnado em minha mente para sempre.


Quando Vila Sésamo começava, toda a realidade à minha volta deixava de existir. Durante seus parcos 4 anos de teledifusão, o programa infantil enternecia e educava a molecada de então. Seu elenco era formado por Sônia Braga, Aracy Balabanian, Flávio Galvão, Armando Bógus e Manoel Inocência. As músicas da trilha sonora levavam assinatura de Marcos e Paulo Sérgio Valle.


O público alvo era os da pré-escola. Ensinava noções básicas do alfabeto, cores, números e formas. Havia muitas canções e animações que reforçavam conceitos de cidadania, família, relacionamento e higiene pessoal. A participação de crianças, muitas vezes em situações espontâneas, era conduzida pelo núcleo de atores.

Vila Sésamo era a versão brasileira de Sesame Street, série educativa criada pela Children's Television Workshop, também chamada de Sesame Workshop, em parceria com a UNICEF. O primeiro ano foi exibido pela TV Cultura e depois passou para a co-produtora do programa, a Rede Globo. Se na versão americana o cenário era uma rua, no Brasil era ambientada numa típica e singela vila de operários. Lá viviam Seu Juca (Armando Bogus), figura paterna do programa e casado com Gabriela (Aracy Baladaniam) que, claro, era a figura materna. Uma atriz incipiente, Sonia Braga, fazia a meiga professorinha Ana Maria que namorava Flávio Galvão, um ator estreante.

Mas o supra-sumo de Vila Sésamo eram os bonecos. Garibaldo, uma gigantesca ave desengonçada, Gugu, um monstrinho peludo de pijamas que vivia dentro de um barril e Funga-funga, outro monstrinho com características de um elefante que só era visto pelas crianças. Estes circulavam pela vila e contracenavam com os atores .

Em cenas à parte, fora do cenário da vila porque haviam sido filmadas nos EUA, conheci Caco, o sapo, que mais tarde reapareceria no estrondoso sucesso Muppets Show. Havia vários outros personagens, mas meus favoritos eram os bonecos da dupla Ênio e Beto.

Ênio era um adulto que parecia e agia como criança. Era muito bobinho e desconhecia coisas básicas da vida. Precisava do auxílio do amigo Beto, um adulto ranzinza que detestava ensinar as coisas ao Ênio. Eu e meu irmão mais velho, o Marcos, dizíamos ser os próprios Ênio e Beto. O Marcos era o Beto e eu... bem, eu era o bobinho Ênio. Gosto do Ênio até hoje, e ainda me identifico com ele. Se é que você me entende.

Entre as várias músicas que alegravam meu coração de criança, havia uma que pairava sobre todas elas, que fazia minha pulsação acelerar e que ainda hoje quase me levam às lágrimas. O tema de abertura do programa. Não poderia ter outro título mais apropriado:

Alegria da Vida
Marcos Valle / Paulo Sério Valle / Nelson Motta
[MP3: Clique e ouça Alegria da Vida - 1,17MB]

Todo dia é dia, toda hora é hora.
De saber que este mundo é seu...
Se você for amigo e companheiro,
Com alegria e imaginação!

Vivendo e sorrindo,
Criando e rindo,
Será muito feliz e todos...
Serão também!

1.12.05

Pelo celular

Tenho um celular Sony Ericsson T610. Um dos primeiros equipados com câmara digital com 0,31MP. É um modelo que já saiu de linha mas que fez muito sucesso durante os 2 primeiros anos de vida. Chegou a ter um site próprio: www.t-six-ten.com hoje redirecionado para www.sonyericsson.com/t610/. Eu o comprei no início de 2005, aproveitando que o preço despencou quando o modelo saiu de linha. Quase que não o encontrava mais.

Posted by Picasa Câmera: Celular SonyEricsson T610 0,31MP

Minha família


Sandra, Tales, Sofia e Tamires em 05/08/2005

Posted by Picasa Câmera: Filme Olympus ID-2DLX 35mm

Vila Aurora

No bairro de Vila Aurora, encravado entre o Quartel Militar do Barro Branco ao norte e o tradicional bairro do Mandaqui ao sul, deslizava em seu vale um pequeno córrego. Sua nascente era, e ainda o é, um curioso mistério para mim. Suspeito que brotava em algum ponto do referido quartel, uma vez que a serra da Cantareira estava um pouco mais afastada dali. Paralela ao córrego, acompanhado-o eternamente a partir da porteira do quartel até as cercanias do Largo do Mandaqui, seguia a Rua do Córrego, mais tarde rebatizada para avenida Inácio Mamana.

Era ali, entre o córrego, a rua do Córrego e o quartel do Barro Branco que foi construída a casa onde eu viria nascer. Durante toda sua existência, a casa possuiu apenas um muro fronteiriço. O quintal dos fundos, sempre de terra e capim, terminava num belo bambuzal que resvalava no dito córrego.

Numa manhã de sábado quente e nublado do dia 15 de dezembro de 1962, vésperas de Natal, minha mãe sentiu as dores do parto. Uma vizinha parteira foi chamada às pressas. No boteco do outro lado da rua um rádio matraqueava informações sobre a final do campeonato carioca, Botafogo contra o Flamengo que ocorreria naquela tarde. No momento em que eu escorregava para o mundo o tal rádio cantava Casa Portuguesa, com Roberto Leal.

Mas algo quase deu errado.

Com quase 4 quilos e meio, o parrudo bebê enfrentou problemas para se evadir do útero materno. Depois de certa tensão surgi com o cordão umbilical dando duas voltas no pescoço, já me estrangulando. Com um golpe de tesoura a parteira deu cabo do problema. Só então perceberam que eu era bem branquelinho. E não arrocheado.

Ninguém viu quando um querubim soprou: "Vai, Edson, ser torto na vida"

Já de saída minha estrada entortou. Mas vou até o fim.

26.11.05

Parece que foi ontem

Quando o ano 2000 finalmente chegou com seus algarismos redondos uma triste constatação se abateu sobre a minha geração e as que nos precederam. Não havia carros aéreos cruzando os céus de nossas cidades a exemplo do desenho animado Os Jetson dos estúdios de Hanna e Barbera.

Nos anos 70 eu crescia calculando a idade que teria quando este maravilhoso ano chegasse: 37 anos! Uau! Como eu seria velho!

Mas a chegada do novo milênio, que a rigor foi em 2001, não trouxe apenas aquela decepção para alguns espíritos-de-porco! O anticlímax causado pela não ocorrência do Bug do Milênio só foi superado, talvez, pelo absurdo fato do mundo não ter acabado. Nunca se havia vendido tanto Nostra Damus antes e “o tal do mundo não se acabou”.

A não ser para os envolvidos com o estouro da bolha da web em 10 de março daquele místico ano quando o mundo descobriu a existência de uma tal bolsa eletrônica Nasdaq.

Em 5 de janeiro de 2000 nascia meu segundo filho e em 6 de julho eu registrei meu primeiro domínio, parisotto.com.br, data de nascimento do site da Família Parisotto.

Um ano antes houve na capital paulista o 14º Encontro da Família Parisotto. Este encontro fora precedido pela visita de um certo Gomercindo Parisotto proveniente de Porto Alegre. Ocasião em que eu, estupefato, descobri a existência de um brasão da família acrescido de um hino gravado em cd, um chaveiro do brasão, 13 grandes encontros realizados na região sul do país e um levantamento genealógico englobando vários troncos com a finalidade da publicação de um grande livro de nossa genealogia.

Motivado a construir um site dedicado à família Parisotto passei a pesquisar no Google por este sobrenome na esperança de encontrar algum site pessoal de um Parisotto.

E achei um blog.

Em 2000 o advento do weblog explodira web afora. Tudo era muito recente nesta nova seara e apenas uns poucos internautas mais antenados se aventuraram por estas novas pradarias, entre os pioneiros do “diário na web” estava um Parisotto, ou melhor dizendo, “uma” Parisotto, Larissa Parisotto e seu blog de titulo insólito: Bulimia.

Em seu Bulimia, Larissa “regurgitava” pensamentos e desabafos de uma adolescente de 17 anos. Exaltava os Ramones, comentava os ensaios de sua banda de garagem, os encontros e desencontros com seu namorado, o que comia pela manhã e via na tv. Tudo temperado com impropérios intercalados por delicadas observações.

Larissa se expunha, fazia-se transparente. Divertia-se e nos divertia com isso, digitando numa distante Francisco Beltrão no estado de Paraná.

Este foi o primeiro blog que comecei a ler regularmente. Um blog de adolescente, mas que em meio de sua verborragia, tal qual numa crise de bulimia, despejava tudo o que absorvia.

Ao ler suas singelas exposições de humor, eu mesmo me sentia compelido a iniciar um blog. Nunca passou de um intento.

Larissa, por sua vez, trocava periodicamente a roupagem de seu diário. Seu prazer estendia-se a desenvolver diversos leiautes com temas variados. O Bulimia sumira para dar lugar ao Toxic que por sua vez sumiu sem nem sequer dizer adeus.

Aí surgiu o fotolog e lá foi a serelepe Lari postar imagens em lugar de palavras. Muitas fotos se seguiram antes que a irrequieta paranaense amenizasse seu ímpeto autofotográfico. O fotolog, vellocet, ainda está lá. Só que menos frenético.

De vez em quando os dedos da mocinha ainda coçam. Daí ela voltou com um esporádico blog chamado”privodevat”. Seja lá o que isso quer dizer.

Então hoje decidi iniciar minhas reminiscências. E não podia começar sem lembrar desta moça a quem eu rendo homenagem pela sua ousadia em se expressar sem vergonha de errar, pelo seu pioneirismo e por sua persistência.

Larissa Parisotto, é claro, também pode ser encontrada ativamente no Orkut.

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Edson L. Parisotto
12.2.7.4.2

Site da Família Parisotto
www.parisotto.com.br

Comunidade Família Parisotto no Orkut
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=78173

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"A realidade é apenas uma ilusão, uma ilusão muito persistente." Albert Einstein